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3 dicas para diminuir resíduos da construção civil na sua obra

O setor da construção civil é um dos que mais gera resíduos sólidos, líquidos e gasosos, sendo o responsável por mais de 50% dos entulhos. Com novas leis e a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem como um dos oito objetivos do milênio garantir a sustentabilidade ambiental, o impacto que os restos de obras causam é um tema recorrente de discussão. A cobrança surge para que novas medidas sejam implementadas, a fim de que as sobras geradas na construção civil sejam reduzidas e para que possam ser recicladas ou reutilizadas.

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Índice Nacional da Construção Civil foi de 1,45% em março

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi de 1,45% em março, ficando 0,12 ponto percentual acima da taxa de fevereiro (1,33%). No ano, o índice acumula alta de 4,84% e, nos últimos doze meses, de 14,46%, resultado acima dos 13,22% registrados nos doze meses anteriores. Em março de 2020, o índice foi 0,35%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em fevereiro havia fechado em R$ 1.319,18, passou para R$ 1.338,35 em março, sendo R$ 765,07 relativos aos materiais e R$ 573,28 à mão de obra.

parcela dos materiais teve alta de 2,20%, registrando queda de 0,15 ponto percentual em relação ao mês anterior (2,35%). Em relação a março de 2020 (0,20%), houve aumento de 2,00 pontos percentuais.

Já a parcela da mão de obra, com três acordos coletivos observados, apresentou taxa de 0,47%, subindo 0,45 ponto percentual em relação a fevereiro (0,02%). Comparando com março do ano anterior (0,51%), observamos queda de 0,04 ponto percentual.

Os acumulados no ano são 7,70% (materiais) e 1,27% (mão de obra), sendo que em doze meses ficaram em 24,61% (materiais) e 3,23% (mão de obra), respectivamente.

Centro-Oeste teve a maior variação mensal

Com alta observada na parcela dos materiais em todos os estados e acordo coletivo registrado em Mato Grosso, a região Centro-Oeste ficou com a maior variação regional em março, 1,93%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,06% (Norte), 1,53% (Nordeste), 1,54% (Sudeste), e 0,96 (Sul).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.331,86 (Norte); R$ 1.265,29 (Nordeste); R$ 1.385,56 (Sudeste); R$ 1.394,91 (Sul) e R$ 1.322,36 (Centro-Oeste).

Entre os estados, Mato Grosso teve a maior variação mensal, 3,56%, com alta na parcela de materiais e acordo coletivo firmado para as categorias profissionais.

O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – SINAPI, uma produção conjunta do IBGE e da Caixa Econômica Federal – Caixa, tem por objetivo a produção de séries mensais de custos e índices para o setor habitacional, e de séries mensais de salários medianos de mão de obra e preços medianos de materiais, máquinas e equipamentos e serviços da construção para os setores de saneamento básico, infraestrutura e habitação.

As estatísticas do SINAPI são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos.

FONTE: IBGE

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Vendas de cimento crescem 11,8% em meio a pandemia

Apesar da pandemia da Covid-19 estar afetando diversos negócios, o comércio de cimento vai muito bem. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC), apenas no mês de fevereiro de 2021, as vendas no setor cresceram 14% em relação ao mesmo mês de 2020, totalizando 4,7 milhões de toneladas vendidas.

As vendas por dia útil – indicador que considera os dias trabalhados como forte influência no consumo de cimento -, também foi um fator importante analisado. Neste ano, a maioria dos estados não teve feriado de Carnaval, aumentando assim, o número de dias úteis. Com isso, a comercialização do produto foi de 234,1 mil toneladas, resultando em um aumento de 5,4% comparado ao mês anterior e de 16,4% em relação a fevereiro de 2020.

Vale ressaltar que os estados que aderiram ao feriado de carnaval suspenderam as atividades nos dias de festas, não sendo, portanto, contabilizados como abertura de comercialização.

A alta no número de vendas foi possível graças às favoráveis condições climáticas, as manutenções de obras imobiliárias e a autoconstrução. O economista do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (CNC), Flávio Guimarães, esclarece que os meses seguintes ainda estarão em aquecimento, mas que a desvalorização da moeda brasileira pode reverter tudo. “Para piorar a situação, o mundo enfrenta uma forte pressão nos preços das commodities, que no Brasil se agrava devido à forte desvalorização do real, impactando diretamente na indústria do cimento”, esclarece.

O economista enfatiza ainda que o fim do auxílio emergencial e novas medidas de circulação podem tornar o cenário desfavorável. “É fundamental acelerar a vacinação da população e aprovar as reformas estruturantes para que haja retomada no crescimento econômico do País”.

No acumulado de doze meses, a região Centro-Oeste apresentou o maior crescimento em vendas de cimento, totalizando 17,2%. Com a população passando mais tempo dentro de casa, alguns decidiram aproveitar para fazer autoconstrução.

O setor de varejo de material de construção foi considerado serviço essencial por lei Federal. O decreto foi publicado no dia 28 de abril de 2020 no Diário Oficial da União.

Fonte: Brasil 61

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Construção civil prevê maior crescimento em oito anos

A quantidade de insumos na construção civil foi drasticamente afetada pela pandemia, o que acarretou principalmente no aumento do preço dos produtos pela baixa oferta e alta demanda. Mesmo diante de um cenário altamente preocupante, o setor vem se recuperando com o aumento da produção e as perspectivas são de conquistar seu maior crescimento histórico dos últimos oito anos.

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Índice Nacional da Construção Civil variou 10,16% no acumulado de 2020

Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou variação de 1,94% em dezembro, superando em 0,12 ponto percentual a taxa do mês anterior, que tinha sido de 1,82%. No acumulado de 2020, o índice teve alta de 10,16%, o que significa 6,13 pontos percentuais a mais que em 2019, quando registrou 4,03%. Esta é a maior taxa da série com desoneração, iniciada em 2013.

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PIB da construção civil deve crescer 4% em 2021

Depois de um ano de retração por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a construção civil deverá ter, em 2021, o maior crescimento para o setor em oito anos. Segundo projeções divulgadas hoje (17) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), o Produto Interno Bruto (PIB) do segmento deve avançar 4% no próximo ano, depois de recuar 2,8% em 2020.

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Juros baixos e condições facilitadas movimentam setor da construção civil e ajudam na retomada da economia

Os efeitos da pandemia foram sentidos em todas as áreas, não apenas no Brasil, mas mundialmente. Porém, indo na contramão, o setor da construção civil foi o segundo menos impactado, ficando atrás apenas do agronegócio e já está reagindo, mostrando números positivos. Até julho, as vendas de imóveis chegaram a crescer 25%, de acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Um dos principais motivos para isso é que as taxas de juros anuais de crédito imobiliário caíram pela metade nos últimos quatro anos. A diferença é nítida e muito atrativa: de 15,6% em 2016 para 7,6% em 2020.

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As principais tendências da construção civil para 2021

Além de ser um dos pilares da economia brasileira, a construção civil é um dos setores que mais tem sido impactado pelos avanços tecnológicos, o que impulsiona o aumento da produtividade e da qualidade dos serviços prestados.

Mesmo com a queda econômica do setor neste ano devido à pandemia do novo coronavírus, um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê crescimento de até 3,4% na retomada em 2021.

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Confiança da construção cresce 3,7 pontos em outubro, diz FGV

O Índice de Confiança da Construção, da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta 3,7 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano.

Com isso, a confiança do empresário da construção brasileira atingiu 95,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior valor desde março de 2014 (96,3 pontos).

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Emprego na construção é o maior para setembro nos últimos oito anos

A indústria da construção civil segue em ritmo acelerado, com avanço na atividade e na utilização da capacidade operacional. A pesquisa Sondagem Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra a retomada da indústria de construção civil em setembro, com o índice de evolução do número de empregados chegando a 50,1 pontos no mês.

Essa é a quarta alta consecutiva do índice, que se afastou ainda mais da sua média histórica de 43,9 pontos. O índice é o maior desde abril de 2012 e, para a CNI, isso confirma o bom momento do emprego do setor, embora tenha sido precedido por fortes quedas, observadas em março e abril, em razão dos efeitos da pandemia da covid-19.

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