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Índice Nacional da Construção Civil foi de 1,45% em março

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi de 1,45% em março, ficando 0,12 ponto percentual acima da taxa de fevereiro (1,33%). No ano, o índice acumula alta de 4,84% e, nos últimos doze meses, de 14,46%, resultado acima dos 13,22% registrados nos doze meses anteriores. Em março de 2020, o índice foi 0,35%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em fevereiro havia fechado em R$ 1.319,18, passou para R$ 1.338,35 em março, sendo R$ 765,07 relativos aos materiais e R$ 573,28 à mão de obra.

parcela dos materiais teve alta de 2,20%, registrando queda de 0,15 ponto percentual em relação ao mês anterior (2,35%). Em relação a março de 2020 (0,20%), houve aumento de 2,00 pontos percentuais.

Já a parcela da mão de obra, com três acordos coletivos observados, apresentou taxa de 0,47%, subindo 0,45 ponto percentual em relação a fevereiro (0,02%). Comparando com março do ano anterior (0,51%), observamos queda de 0,04 ponto percentual.

Os acumulados no ano são 7,70% (materiais) e 1,27% (mão de obra), sendo que em doze meses ficaram em 24,61% (materiais) e 3,23% (mão de obra), respectivamente.

Centro-Oeste teve a maior variação mensal

Com alta observada na parcela dos materiais em todos os estados e acordo coletivo registrado em Mato Grosso, a região Centro-Oeste ficou com a maior variação regional em março, 1,93%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,06% (Norte), 1,53% (Nordeste), 1,54% (Sudeste), e 0,96 (Sul).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.331,86 (Norte); R$ 1.265,29 (Nordeste); R$ 1.385,56 (Sudeste); R$ 1.394,91 (Sul) e R$ 1.322,36 (Centro-Oeste).

Entre os estados, Mato Grosso teve a maior variação mensal, 3,56%, com alta na parcela de materiais e acordo coletivo firmado para as categorias profissionais.

O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – SINAPI, uma produção conjunta do IBGE e da Caixa Econômica Federal – Caixa, tem por objetivo a produção de séries mensais de custos e índices para o setor habitacional, e de séries mensais de salários medianos de mão de obra e preços medianos de materiais, máquinas e equipamentos e serviços da construção para os setores de saneamento básico, infraestrutura e habitação.

As estatísticas do SINAPI são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos.

FONTE: IBGE

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Índice Nacional da Construção Civil variou 10,16% no acumulado de 2020

Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou variação de 1,94% em dezembro, superando em 0,12 ponto percentual a taxa do mês anterior, que tinha sido de 1,82%. No acumulado de 2020, o índice teve alta de 10,16%, o que significa 6,13 pontos percentuais a mais que em 2019, quando registrou 4,03%. Esta é a maior taxa da série com desoneração, iniciada em 2013.

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Índice Nacional da Construção Civil varia 0,88% em agosto

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) variou 0,88% em agosto, uma alta de 0,39 ponto percentual em relação a julho (0,49%). Em agosto de 2019, o índice foi de 0,44%. O Sinapi acumulou alta de 3,78% nos últimos 12 meses, superando os 3,33% dos 12 meses imediatamente anteriores. No ano, o acumulado ficou em 2,86%.

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Índice Nacional da Construção Civil varia 0,49% em julho

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), apresentou variação de 0,49% em julho, ficando 0,35 ponto percentual acima da taxa do mês anterior (0,14%) e registrando o maior índice do ano de 2020. Nos últimos doze meses o índice atingiu 3,33%, resultado abaixo dos 3,52% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. No ano, o acumulado ficou em 1,97%. Em julho de 2019, o índice foi 0,68%.

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