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Construção civil dá sinal de recuperação e avança 0,8 pontos em agosto

Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil. 

A construção civil continua a dar sinais de que está recuperando o vigor do período pré-crise econômica, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em agosto, o índice de evolução da atividade do setor cresceu 0,8 ponto, alcançado 49,2 pontos.

O índice de evolução do número de empregados subiu 0,6, em comparação a julho, para 49,9 pontos. Embora ainda abaixo dos 50 pontos – patamar que indica que o setor ainda encolhe – os indicadores mostram melhora em todos os meses de 2019, acompanhado de otimismo dos empresários com o futuro próximo.

Os indicativos da recuperação gradual do setor estão na Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta terça-feira pela entidade.

Apesar da evolução dos indicadores, as empresas da construção civil permanecem com ociosidade elevada.

Em agosto, a utilização da capacidade operacional (UCO) ficou em 58%, acréscimo de 1 ponto percentual frente ao mês anterior e 2 pontos percentuais em relação ao nível de 12 meses atrás.

 

Investimento

Segundo a CNI, apesar dos sinais de recuperação, a intenção do investimento do empresário da construção civil mantém-se volátil. Em agosto, o indicador subiu para 37,2 pontos, segunda marca mais elevada de 2019 e acima da média histórica de 33,7 pontos. O indicador vai de 0 a 100 pontos e, quanto maior o valor, maior a disposição em fazer investimentos.

De acordo com a confederação, a pesquisa mostra que há otimismo em relação ao futuro próximo.

A sondagem apresenta expectativas positivas no setor em relação ao nível de atividade e à compra de insumos e matérias-primas, indicadores que chegaram a 54,8 pontos e 53,7 pontos, respectivamente, o que sinaliza expectativa de aumento de demanda nos próximos seis meses. Por outro lado, os indicadores de novos empreendimentos e serviços apresentaram leve recuo, de 0,6 ponto e de 0,2 ponto, respectivamente.

 

Índice de Confiança

Em setembro, o Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção (ICEI-Construção) revela otimismo do setor com a conjuntura, sobretudo com o presente.

Com alta de 1,3 ponto frente a agosto, o Índice de Condições Atuais puxou o aumento de 0,4 ponto no ICEI-Construção, no comparativo. Na contramão, o Índice de Expectativas – que mensura o que o empresário espera para os próximos seis meses – caiu pelo segundo mês consecutivo, desta vez em 0,3 ponto, principalmente devido à piora nas expectativas em relação à economia.

A Sondagem Indústria da Construção ouviu 523 empresas do setor (181 de pequeno porte, 228 de médio porte e 114 de grande porte) entre 2 e 12 de setembro.

FONTE: https://bit.ly/2lpoSWB.

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Setor de construção civil deve ter maior salto em contratações em 2019

Escrito por: Giovanna Sutto | Info Money.

Pesquisa de Expectativa de Emprego realizada pela ManpowerGroup mostra que todos os oito setores analisados querem contratar profissionais ainda neste ano.

O setor de construção civil é o que apresenta a maior intenção de contratação de profissionais para o último trimestre de 2019, com uma expectativa de 12%, o que representa um salto de 4 pontos percentuais na comparação com o terceiro trimestre deste ano, de acordo com a Pesquisa de Expectativa de Emprego realizada pelo ManpowerGroup.

De acordo com a pesquisa, para os próximos três meses, o setor estima que o mercado de trabalho terá mais força que os últimos cinco anos, considerando o mesmo período.

Nilson Pereira, CEO do ManpowerGroup, explica que o setor de construção engloba principalmente as construtoras brasileiras do segmento privado. “Como o governo está reduzindo as taxas de juros, existe uma expectativa por parte das construtoras de que as pessoas voltem a comprar imóveis financiados. E muitas empresas do setor estão buscando capital para fazer mais investimentos – o que inclui a contratação de novos profissionais”, afirma em entrevista ao InfoMoney

Em segundo lugar no estudo ficou o setor financeiro, com uma expectativa de aumentar em 11% as contratações no último trimestre. Mas na comparação com o terceiro anterior, o valor representa uma queda de dois pontos percentuais.

“Dessa vez, as novas contratações virão principalmente da transformação tecnológica que os bancos estão passando”, diz Pereira.

Em meio à era dos bancos digitais, os bancos tradicionais estão perdendo espaço e, por isso, vão investir cada vez mais em bons profissionais para focar na experiência do cliente, segundo Pereira.

“O aumento da expectativa se deve à tecnologia. A busca por profissionais qualificados para atender e lidar com o cliente vai aumentar. Quanto mais automação, mas o atendimento humano fará diferença”, diz.

O estudo, que está em sua décima edição, considera oito setores e entrevista uma amostra de 850 empregadores no Brasil. O estudo não avalia quais os cargos dentro de cada setor que vão se destacar.

Vale citar que todos os setores avaliados estimam um aumento nos níveis de contratação nos próximos três meses. Mas Pereira ressalta também que todos os segmentos estão esperando uma retomada econômica, tanto que em quatro dos oito setores houve uma queda na comparação com terceiro trimestre deste ano.

“Há expectativa de contratação, mas todos estão no aguardo das principais reformas como previdência, tributária, trabalhista. Esse contexto gera um cenário de incerteza e os empregos ainda não estão sendo criados. É uma expectativa de que tudo correrá de acordo com a agenda reformista na economia para que haja a retomada dos investimentos e consequentemente mais oportunidades de emprego”, diz.   

Confira a expectativa de contratação para oito setores da pesquisa:

 

Setor  Expectativa de contratação para o último trimestre de 2019 (%) Qual era a expectativa no terceiro trimestre de 2019 (%) Variação do 3° para o 4° trimestre  de 2019 (pontos percentuais)
1. Construção +12 +8 +4
2. Setor Financeiro +11 +13 -2
    Agronegócio +11 +19 -8
3. Comércio +10 +13 -3
    Serviços +10 +9 +1
4. Educação +9 +9 0
    Transporte & Serviço Público +9 +7 +2
5. Indústria +8 +11 -3

Contratação por região

O estudo mostra que os empregadores de Minas Gerais são os mais otimistas entre as cinco regiões pesquisadas, apresentando uma expectativa de aumento de 18%, crescimento de 5 pontos percentuais em comparação ao trimestre anterior e 11 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado.

No Estado de São Paulo, os empregadores preveem um ritmo de contratações moderado, relatando uma expectativa de 10%. Uma redução de 3 pontos percentuais em comparação ao trimestre anterior.

FONTE: https://bit.ly/2miLEzN.

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Setor de construção tem primeira alta após 20 trimestres de queda

Escrito por: Agência O Globo | Época Negócios.

Crescimento de crédito impulsiona demanda por habitação e contribui para alta de 0,9% do emprego no segmento.

O setor de construção subiu 2% no segundo trimestre de 2019 ante igual período do ano passado, após 20 trimestres consecutivos de queda nessa base de comparação, segundo dados divulgados na manhã desta quinta-feira pelo IBGE. O reaquecimento das obras impulsionou os investimentos, que avançaram 5,2% em relação ao segundo trimestre do ano passado.

A construção civil é apontada como um bom termômetro para investimentos e emprego, pois mobiliza muita mão de obra. O motor desse segmento costuma ser um misto de ganho de renda da população, confiança do empresariado e das famílias de que dias melhores virão e investimento público, cada vez mais restrito.

Segundo o IBGE, o setor foi impulsionado pela alta de 10,7% no crédito para financiamento habitacional, o que acabou ampliando a abertura de vagas. O número de pessoas empregadas no setor avançou 0,9% no segundo trimestre.

A economia brasileira cresceu 0,4% no segundo trimestre ante os três primeiros meses de 2019, consolidando o quadro de estagnação que o país vive nos últimos anos. Frente ao mesmo período do ano passado, a alta ficou em 1%.

Analistas consultados pela Bloomberg esperavam expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,2% frente ao primeiro trimestre e 0,5% contra o mesmo período de 2018, quando houve a greve dos caminhoneiros que parou o Brasil e fez o PIB encerrar o ano com alta de apenas 1,1%.

Apesar da recuperação, a economia brasileira está no mesmo patamar de primeiro trimestre de 2012 e 4,8% abaixo do pico de produção anterior à crise, no primeiro trimestre de 2014.

Fonte: https://glo.bo/2krZvD1.

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Venda de cimento cresce 1,5% no 1º semestre, puxada pela construção civil

Por Aluísio Alves, da Reuters | Exame.

Se a projeção dos setores for confirmada, a indústria brasileira de cimento terá em 2019 a primeira alta anual após quatro anos consecutivos de forte retração.

As vendas da indústria brasileira de cimento somaram 25,8 milhões de toneladas no primeiro semestre, uma alta de 1,5% ante mesma etapa de 2018, movimento impulsionado pela retomada da construção civil, informou nesta segunda-feira o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (Snic).

Mas as vendas isoladas de junho caíram 15,7% no comparativo anual, a 4,2 milhões de toneladas. Segundo a entidade, a queda refletiu efeitos atípicos, dado que em junho do ano passado o segmento teve fortes resultados, recuperando-se de um tombo em maio, quanto o ritmo foi atingido pela greve dos caminhoneiros.

O acumulado de janeiro a junho veio dentro das projeções da Snic. A previsão para 2019 é de alta de 3%. “A expectativa para o segundo semestre é de crescimento bem mais robusto”, disse em entrevista o presidente do Snic, Paulo Camillo, citando os sinais de aceleração dos lançamentos imobiliários.

Segundo a Abecip, que representa as instituições que financiam a compra de imóveis, os empréstimos imobiliários com recursos da poupança no país atingiram 27,7 bilhões de reais nos primeiros cinco meses do ano, alta de 39,7% sobre um ano antes.

Segundo Camillo, a expectativa pela iminente aprovação da reforma da Previdência também está acelerando indicadores antecedentes de consumo, como os de vendas de produtos como vergalhões, brita e outros artefatos a base de cimento.

Recuperação lenta

Se a projeção for confirmada, a indústria brasileira de cimento terá neste ano a primeira alta anual após quatro anos consecutivos de forte retração, segundo o Snic. Nesse período, as vendas caíram de um total de 71,5 milhões de toneladas em 2014 para 53 milhões no ano passado. “Estamos usando praticamente metade da nossa capacidade de 100 milhões de toneladas por ano”, disse Camillo. “É a pior crise da história do setor.”

Segundo ele, a reação recente mais forte da construção civil tem elevado fortemente a participação do segmento entre os principais consumidores de cimento. Ao mesmo tempo, a fatia da construção civil, que respondia por cerca de um quarto do total em 2011, atualmente representa aproximadamente 10%. “A retomada dos projetos de infraestrutura está bem mais devagar”, afirmou Camillo. “Há sinais de alguma coisa em projetos de mobilidade urbana no segundo semestre.”.

Fonte: https://bit.ly/2KH8rxE.

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Construção civil abre 9.311 postos de trabalho em maio, aponta Sinduscon/FGV

Nos cinco primeiros meses de 2019, a alta foi de 2,24%, o equivalente a 50.899 novos postos.

A quantidade de pessoas empregadas na construção civil brasileira subiu 0,40% em maio na comparação com abril, período em que foram abertos 9.311 postos de trabalho – esse número equivale ao saldo entre demissões e contratações.

Nos cinco primeiros meses de 2019, a alta foi de 2,24%, o equivalente a 50.899 novos postos. Já na comparação dos primeiros cinco meses deste ano com o mesmo período do ano passado, houve aumento de 0,90%, com 20.569 vagas. No fim de maio, o setor empregava 2.323.376 trabalhadores.

Os dados fazem parte de pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal.

“O saldo de novas contratações nos primeiros cinco meses do ano, distribuídas por todas as regiões do País, constitui um dado positivo”, afirmou em nota o presidente do Sinduscon-SP, Odair Senra.

Na sua avaliação, com a aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados, começa a se delinear um horizonte de maior confiança para os investimentos. “Com isso, esperamos que a atividade da construção continue se recuperando progressivamente neste ano. E como se trata de um setor de produção de bens de longa duração, a recuperação deverá vir com mais força em 2020”, estimou.

Todas as regiões do País apresentaram variação positiva na quantidade de pessoas empregadas em maio ante o mês anterior: Norte (1,02%), Centro-Oeste (0,72%), Sul (0,71%), Sudeste (0,18%) e Nordeste (0,42%). No Estado de São Paulo, o emprego na construção civil cresceu 0,05%.

Fonte: https://bit.ly/2M79tFu.

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Vendas de cimento crescem 1,5% no 1º semestre, puxadas pela construção civil

Escrito por: Aluísio Alves | Extra Globo.

As vendas da indústria brasileira de cimento somaram 25,8 milhões de toneladas no primeiro semestre, uma alta de 1,5% ante mesma etapa de 2018, movimento impulsionado pela retomada da construção civil, informou nesta segunda-feira o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (Snic).

Mas as vendas isoladas de junho caíram 15,7% no comparativo anual, a 4,2 milhões de toneladas. Segundo a entidade, a queda refletiu efeitos atípicos, dado que em junho do ano passado o segmento teve fortes resultados, recuperando-se de um tombo em maio, quanto o ritmo foi atingido pela greve dos caminhoneiros.

O acumulado de janeiro a junho veio dentro das projeções da Snic. A previsão para 2019 é de alta de 3%.

“A expectativa para o segundo semestre é de crescimento bem mais robusto”, disse em entrevista o presidente do Snic, Paulo Camillo, citando os sinais de aceleração dos lançamentos imobiliários.

Segundo a Abecip, que representa as instituições que financiam a compra de imóveis, os empréstimos imobiliários com recursos da poupança no país atingiram 27,7 bilhões de reais nos primeiros cinco meses do ano, alta de 39,7% sobre um ano antes.

Segundo Camillo, a expectativa pela iminente aprovação da reforma da Previdência também está acelerando indicadores antecedentes de consumo, como os de vendas de produtos como vergalhões, brita e outros artefatos a base de cimento.

RECUPERAÇÃO LENTA

Se a projeção for confirmada, a indústria brasileira de cimento terá neste ano a primeira alta anual após quatro anos consecutivos de forte retração, segundo o Snic. Nesse período, as vendas caíram de um total de 71,5 milhões de toneladas em 2014 para 53 milhões no ano passado.

“Estamos usando praticamente metade da nossa capacidade de 100 milhões de toneladas por ano”, disse Camillo. “É a pior crise da história do setor.”

Segundo ele, a reação recente mais forte da construção civil tem elevado fortemente a participação do segmento entre os principais consumidores de cimento. Ao mesmo tempo, a fatia da construção civil, que respondia por cerca de um quarto do total em 2011, atualmente representa aproximadamente 10%.

“A retomada dos projetos de infraestrutura está bem mais devagar”, afirmou Camillo. “Há sinais de alguma coisa em projetos de mobilidade urbana no segundo semestre.”

Fonte: https://glo.bo/2JkD4cO.

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