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Setor da construção civil está apreensivo com os rumos dos negócios

Os setores de construção civil e do mercado imobiliário apostam que serão fundamentais para a retomada da economia no pós-pandemia. Por injetarem recursos e gerarem empregos, rapidamente, para mão de obra sem qualificação, têm potencial de absorver parte dos desempregados e fazer a roda do consumo girar. Contudo, temem que os projetos de lei  que tramitam no Congresso Nacional, de proteção aos inadimplentes, tirem a capacidade de investimento no setor.

José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), diz que a Caixa fez as contas e viu que podia dar uma carência para pagamento. “Não concordamos com os projetos que estão no Congresso, porque não fazem essas contas. Não levam em consideração a perda de capacidade de investimento”, sustenta.

Como a maior parte do crédito imobiliário do Minha Casa Minha Vida (MCMV) é financiado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a permissão de saques extras, nos últimos anos, está “sangrando o fundo”, alerta Martins. “Não vai ter dinheiro para tocar as obras. Não é assim, tem que fazer conta”, reitera. Ele lembra que muitos beneficiários do MCMV são funcionários públicos, uma vez que há faixas para rendas de R$ 4 mil e R$ 9 mil.

FONTE: Correio Braziliense

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Você sabe o que é e para que serve a argamassa estabilizada?

A argamassa estabilizada é um elemento chave para contribuir com o quesito sustentabilidade, que tem se tornado uma grande preocupação do mercado. Ela melhora a qualidade produtiva, a racionalização do trabalho na obra e a redução de resíduos. Continue a leitura para saber mais sobre o assunto.

O que é a argamassa estabilizada?

A argamassa estabilizada é produzida através da mistura de cimento, água, areia e aditivos,  sendo entregue úmida e pronta para o uso. Seus elementos quando combinados são capazes de manter o aspecto de produto fresco por um período de tempo mais longo. Essa característica oferece mais facilidade de logística e de aplicação nas obras. Embora seja diferente, a argamassa estabilizada possui um comportamento bem parecido ao das argamassas tradicionais.

Em síntese, no quesito sustentabilidade a principal vantagem dela é que gera menos desperdício, assim evitando a contaminação do meio ambiente e reduzindo também os custos da obra.

As principais indicações para o uso da argamassa estabilizada são:
  • assentamento de blocos ou tijolos de concreto e cerâmicos;
  • reboco de paredes internas com ou sem revestimento;
  • reboco de paredes externas sem revestimento cerâmico;
  • chapisco;
  • camada regularizadora de pisos;
  • enchimento de tubos;
  • rejunte;
  • impermeabilização;
  • marquises e sacadas;
  • rejunte de telhas.

A única restrição de aplicação é em camadas espessas, em substratos de baixa absorção ou com temperaturas mais baixas. O seu comportamento depende da perda de umidade, portanto a sua utilização pode requerer um período maior entre o lançamento na parede, corte e desempeno.

Vantagens do uso da argamassa estabilizada:
  • redução de custos;
  • otimização do espaço no canteiro de obra;
  • maior precisão no cálculo de consumo e também de custos com a argamassa;
  • facilidade de manuseio;
  • eliminação da etapa de preparo;
  • economia com mão de obra;
  • maior agilidade na etapa de alvenaria;
  • redução nas perdas de materiais;
  • facilidade de carga e descarga;
  • melhor homogeneidade e permeabilidade.
Cuidados com o uso da argamassa estabilizada:
  • não utilizar para fazer o reboco ou emboço de paredes externas que já estejam com revestimento cerâmico;
  • a argamassa deverá permanecer em caixas estanques de plástico ou de metal e em uma superfície plana quando ela for descarregada;
  • deixá-la sob uma película fina de água quando não for usar a argamassa, protegida do vento, da chuva e do sol;
  • não use a argamassa estabilizada após 24 horas, mesmo que o aspecto dela for fresco;
  • outros componentes nunca devem ser adicionados à argamassa.
Como é feito o fornecimento da argamassa

Seu fornecimento é feito do mesmo modo que o concreto, por caminhões betoneira, podendo ser bombeada até o local de aplicação ou transportada do jeito habitual.

Dentro da obra, o deslocamento vertical da argamassa estabilizada costuma ser realizado por elevadores ou por meio de mini gruas. Já a movimentação horizontal é feita através de jericas, que depositam o material em recipientes (masseiras) específicos para o uso.

Usualmente, a argamassa é descarregada em caixas plásticas de 0,20m³ a 1 m³ e devem ser consumidas uma de cada vez. Uma argamassa nova não pode ser misturada ao que restou de uma argamassa velha. Nesse sentido, o fornecimento para o canteiro de obras é executado diariamente até que toda demanda seja suprida.

Lembrando que para aproveitar todos os benefícios da argamassa estabilizada em sua obra é essencial se certificar que a quantidade do produto seja suficiente para o dia de trabalho. Além disso, sempre é preciso calcular um estoque para o início do próximo dia.

Se você ainda ficou com alguma dúvida, não deixe de entrar em contato conosco.

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Após crescerem em março, vendas na construção civil caem 40% em abril

A crise do novo coronavírus interrompeu o ciclo de recuperação do setor da construção civil, que é um dos principais empregadores do país. Pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) explica que o setor estava crescendo até março deste ano, mas já calcula um baque de quase 40% nas vendas em abril. Por isso, 79% das construtoras pretendem adiar os próximos lançamentos imobiliários.

Os dados mostram que as vendas ainda cresceram 26,7% entre janeiro e março deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os lançamentos, contudo, já caíram 14,8% no período, com os empresários preocupados com os efeitos da covid-19 no bolso do consumidor . E as expectativas futuras são ainda mais negativas.

Para abril, o setor projeta um tombo de 38,8% nas vendas — queda que pode fazer a construção civil vender apenas 6,5 mil unidades no mês, o menor volume dos últimos 12 meses. A Cbic também estima uma redução de 63% nos lançamentos imobiliários em abril, ou seja, a colocação de apenas 3,2 mil unidades imobiliárias no mercado.

“Menos de 15% das empresas pretendem lançar imóveis normalmente. Estamos empurrando esses lançamentos para a frente. E, quando adiamos isso, também adiamos o ingresso de investimentos”,  comentou o sócio da Brain Inteligência Corporativa, Fábio Tadeu Araújo, que fez a pesquisa com a Cbic.

A queda dos lançamentos é decorrência do comportamento mais cauteloso do consumidor, diante da incerteza sobre a manutenção do emprego e da renda. De acordo com a pesquisa, 45% dos brasileiros que pretendiam comprar um imóvel no início deste ano desistiram já em março, quando a pandemia ainda estava começando no país. E esse número subiu para 53% em abril.

O presidente da Cbic, João Carlos Martins, lembrou que o baque nos lançamentos gera um efeito negativo no mercado de trabalho. Muitos empregados da construção civil já sentem os efeitos na própria renda. Em abril, 54% das empresas do setor anunciaram férias coletivas ou acordos de suspensão do contrato de trabalho ou de redução da jornada e do salário dos empregados.

O vice-presidente da área de Indústria Imobiliária da Cbic, Celso Petrucci, reconhece que a construção civil entrou em “outro mundo” com a pandemia da covid-19. Ele afirma, contudo, que a redução das vendas e dos lançamentos imobiliários não deve reduzir o preço dos imóveis. “Não há expectativa de queda, porque não existe condição de que nossa moeda e nossa matéria prima tenham redução de preço”, alegou Petrucci. Martins, contudo, disse que espera uma redução das taxas do financiamento imobiliário em breve, o que poderia compensar a alta de preços.

Os dirigentes da Cbic, porém, dizem estar confiante na capacidade de recuperação do setor. “Temos 1,1 milhão de casamentos, 350 mil divórcios e 2 milhões de nascimentos por ano no Brasil. Não dá para deixar de morar. Temos um nível de demanda por imóveis inerente ao próprio dinamismo demográfico”, afirmou Araújo.

 

FONTE: Correio Braziliense

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Construção civil espera manter atividades na pandemia

O setor imobiliário de São Paulo começou a sentir os efeitos da pandemia da Covid-19. Após bom início de trimestre do ano, o mês de abril revela uma queda 65% nas vendas, de acordo números do Secovi, o Sindicato da Habitação.

O presidente Jair Bolsonaro incluiu a indústria como atividade essencial na semana passada, mas no Estado de São Paulo as obras não foram paralisadas, explica o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luís França.

“Os cuidados são muito importantes para que o trabalhador dentro da obra não tenha nenhum risco dentro da construção. Mudança de turno nas refeições,mudança de turno na hora que os operários vão embora, entramos até no detalhe de nos elevadores das obras, sobem só dois funcionários.”

A Abrinc estima que 94% dos canteiros estão em obras. Luís França destaca que, no momento, o setor não possui um grande número de distratos. “Manteve empregos, os compradores dos imóveis receberam na data conforme previsto, não estamos vendo nenhuma grandes onda de cancelamos e problemas. Em função da pandemia, você tem alguns casos e os casos pontualmente são conversados.”

 O mercado imobiliário vinha em grande ascensão em 2020 após a queda histórica da selic. A manutenção das obras publicas e privadas busca evitar ainda mais a paralisia econômica no Brasil, mas os efeitos reais nas vendas começam a ser observados no reflexo decisivo nos lançamentos dos próximos meses.
Fonte: Jovem Pan
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Venda de cimento despenca em março e indústria cancela projeções.

Os fabricantes de cimento no país cancelaram a projeção para crescimento de vendas neste ano, devido ao impacto pela epidemia de coronavírus que fechou comércio e tem retardado o andamento de obras, segundo entidade que representa o setor.

As vendas de cimento por dia útil em março caíram 10,4% na comparação com mesmo mês de 2019 e recuaram 15% sobre fevereiro, afirmou o Snic, sindicato que reúne fabricantes do insumo no país. No trimestre, as vendas por dia útil caíram 1,8%, tendência que deve se prolongar nos próximos meses.

“A gente estava em um filme de humor e de repente ele virou um filme de terror tenebroso”, disse o presidente do Snic, Paulo Camillo Penna, citando projeção do início do ano de alta de 3% das vendas de cimento em 2020, após alta de 3,5% em 2019.

Em termos gerais, as vendas de cimento em março no Brasil ficaram estáveis sobre mesmo período de 2019, a 4,05 milhões de toneladas. Com exceção do Sudeste, com alta de 4,6%, todas as demais regiões tiveram quedas de vendas em março.

O Snic afirmou que o mercado vinha se desenvolvendo com perspectiva “bastante otimista” para março antes das decretações de restrições à movimentação de pessoas e outras medidas de quarentena para tentar conter a Covid-19.

No trimestre, as vendas de cimento no Brasil caíram 0,3% sobre os três primeiros meses do ano passado.

Segundo o presidente do Snic, os efeitos das medidas de oferta de crédito tomadas pelo Ministério da Economia ainda não chegaram na ponta. Ele criticou o posicionamento de bancos comerciais que estariam exigindo juros elevados e garantias descabidas para repassarem crédito a empresas em dificuldades.

“O momento é complexo, eles têm que contribuir para haver atividade retornando. As exigências foram feitas a empresas com histórico de crédito importante”, disse Penna, sem identificar as empresas ou instituições financeiras.

Diante da perspectiva de quedas mais fortes nas vendas de cimento nos próximos meses, o Snic tem recomendado aos fabricantes para anteciparem manutenções em fábricas, o que poderia permitir uma retomada mais acelerada do setor após a crise e ajudar na manutenção de empregos.

Ele comparou a situação atual com a greve dos caminhoneiros em 2018, quando o setor perdeu vendas de 900 mil toneladas de cimento nos cerca de 10 dias de paralisação dos motoristas.

“Agora, achamos que perdemos 717 mil toneladas no trimestre, cerca de 1,3% do consumo. Mas a greve dos caminhoneiros durou 10 dias e agora seguimos abertos para novas perdas pois não é possível estimar quando a crise vai ser controlada.”

Segundo Penna, o setor, que em 2019 teve uma pausa em quatro anos seguidos de queda de vendas, opera atualmente com nível de ociosidade de mais de 60%. Ele afirmou que 90% do consumo de cimento no país no ano passado foi de edificações.

De acordo com o executivo, há grande preocupação sobre as perspectivas da indústria de construção diante do receio de recessão devido aos efeitos da Covid-19.

“Naquele momento, (em 2018) o setor público estava com déficit de mais de 100 bilhões de reais e conseguiu mover só 10% (do consumo de cimento em 2019) para infraestrutura. Imagine agora, com a projeção de déficit em mais de 400 bilhões”, disse Penna. “Tivemos que colocar grande parte de nossos ovos na cesta da construção residencial”, afirmou.

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, disse nesta terça-feira que o setor público consolidado brasileiro caminha para registrar déficit primário de até 500 bilhões de reais em 2020 por causa do impacto da crise.

FONTE: R7

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Concreto aparente é alternativa para visual moderno e de menor custo em projetos de arquitetura

Tendência há algum tempo, o concreto aparente inserido na decoração veio para ficar, fazendo parte dos projetos de arquitetura que procuram destacar um estilo moderno e que buscam inspiração no estilo industrial e rústico. Assim como outras propostas que resgatam aspectos de etapas menos acabadas da construção, como o cimento queimado, é possível criar um ambiente cheio de personalidade.

Diferente do cimento queimado, que é um tipo de revestimento e, portanto, tem um acabamento mais meticuloso, o concreto aparente é uma técnica construtiva e faz parte, de fato, da obra. Assim, a possibilidade de que algumas imperfeições fiquem aparente é maior – ele deve ser pensado desde o começo da obra, para garantir o melhor efeito visual. De qualquer forma, essas características únicas servem para dar ainda mais personalidade ao ambiente, além de trazer um toque informal à decoração.

Para dar um bom acabamento à obra, é importante que a equipe responsável utilize as ferramentas certas, como a esmerilhadeira. Esse equipamento, conhecido principalmente pelo seu uso em estruturas metálicas e peças automotivas, pode ser usado no polimento do concreto aparente. O resultado é uma parede versátil e econômica, com manutenção simples e de longa durabilidade.

Estilo industrial

Uma das melhores maneiras de incluir o concreto aparente na casa é adotar sem medo o estilo de decoração industrial. Assim, inclua peças de metal, ferro e outros materiais que colaborem para o visual. Nesse estilo, as luzes têm um papel importante; assim, dê prioridade para as lâmpadas pendentes ou em trilhos, dando um charme extra ao cômodo.

Nesse tipo de decoração, invista em elementos pretos, madeira escura e acabamentos metálicos, que conversam bem com o tom cinza da parede de concreto.

Leve e sofisticado

Para quem prefere uma decoração mais leve, o concreto aparente pode ser o destaque do ambiente, combinando com móveis minimalistas, espelhos e madeira clara. Com características opostas ao estilo industrial, esse modelo de decoração ajuda a criar o efeito de amplitude no espaço – perfeito para quem busca sofisticação e contemporaneidade.

Alguns elementos, como plantas, porcelana e almofadas com estampas simples, ajudam a reforçar o aspecto leve. Itens cromados colaboram para finalizar a decoração. Nesse caso, dê preferência à luz natural, já que a luz artificial colabora para sobrecarregar o ambiente.

Ambiente moderno

Outra forma de utilizar essa tendência com muita personalidade é investir em diferentes cores e texturas, para complementar a decoração. Sem se voltar a um único estilo, como o industrial, mas mantendo a informalidade, a dica principal é não ter medo de ousar.

Aqui, dê prioridade para as cores, que podem aparecer de maneira monocromática, complementar, tom sobre tom, etc. Assim, o ambiente ganha vida e a parede cinza ajuda a equilibrar todos os elementos. Finalize com itens despojados, como móveis curvilíneos e lâmpadas de chão.

 

Fonte: Jornal Agora MS

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